O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 13/04/2020

“A tecnologia move o mundo”. O pensamento do revolucionador magnata da indústria tecnológica, Steve Jobs, percorreu por inúmeros setores do ramo digital, o qual influenciou a esfera da rede de canais da comunicação. Desse modo, é notório que a sociedade brasileira faz deveras o uso desse meio, seja ao âmbito laboral ou social. Por vez, tais plataformas são a mola propulsora para impactar a formação dos jovens, visto que, no século XXI, há influenciadores digitais que se ligam diretamente à esta massa. Logo, é necessário um compreender a colisão desses fatores à formação juvenil: a alienação digital, bem como o rompimento da essência do ser humano exposta por ações-comportamento/atitudes. Em primeira instância o filme “Vingadores: ultimato”, lançado em 2019, evidencia os benefícios da tecnologia avançada quando uma equipe de super-heróis consegue construir uma máquina do tempo para salvar a civilização de uma dizimação em massa. Fora do tablado da ficção, é perceptível o contraste com o filme, por uma parcela do corpo social tangente ao uso benéfico digital. Isso porque pessoas de tal meio tendem a exibir um estilo de vida que não é cabível a todos que assistem. Conteúdos esses que acabam influenciando de maneira negativa o subconsciente, o qual o mercado digital encontrou e, através de “influencers”, insistem em moldar os pensamentos ausentes da consciência própria a elas sobre tais fatores. Desse modo, essa alienação é corroborada pela a teoria da Tábula Rasa, proveniente do liberalista John Locke, o qual afirma que o ser humano é preenchido por influências. Somado a isso, com o início da Globalização, os civis se viram diante de inúmeros meios do campo tecnológico, o qual possibilitou o acesso livre às diversas páginas. Diante desse contexto, os comportamentos bem como as atitudes dos jovens são fortemente afetados, a partir do momento que são expostos conteúdos influenciáveis à vida desses telespectadores, como por exemplo, a revelação de 12,9 milhões de “posts” é de influenciadores patrocinados pelas respectivas marcas. Assim, as premissas do “ser” ou “ter” entra em questão primordial no âmbito crítico juvenil, que é ausente, infelizmente, da consciência que essas ideologias rasas são desprezíveis ao “ser”. No entanto, por conta de influências midiáticas externas, os jovens optam pela impressão de uma vida perfeita, a qual a obtenção de bens materiais é evidenciada. Portanto, medidas são necessárias para diminuir e por vez, cessar os impactos das influencias digitais na formação dos jovens. De imediato, o MEC, deve informar os malefícios da alienação digital no desenvolvimento. Para isso, haverá intervalos televisivos que exponham os danos pessoais ao acompanharem tais conteúdos. O objetivo é que a massa jovem ignore as influências de modo a não nortearem seus pensamentos. Ademais, o Estado, em parceria com a própria Mídia, deve contribuir para impor limites aos influentes no tocante à apreciação do jovem, por meio de palestras periódicas e efetivas, a fim de enaltecer a importância da preservação da essência humana. Somente assim, poderá a nação juvenil desprender-se desse clima tóxico e “mover o mundo” beneficamente por meio da tecnologia, como disse Steve Jobs.