O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 20/09/2022
Na obra “Utopia” do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o impácto da exposição a telas no desenvolvimento infantil apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Diante desse cenário, torna-se fundamental pontuar os fatores que levam a exposição a telas no desenvolvimento infantil à suas consequências para a vida em sociedade.
Precipualmente, é válido ressaltar que os pais têm ítima relação com o problema, uma vez que possue autoridade para impor limites no tempo de uso dos aparelhos tecnológicos, e os mesmos não colocam em prática essas medidas. Mui-tas vezes, os pais utilizam as telas como forma de entreter as crianças e as manter quietas, sem saber que esse ato prejudica o sono e faz com que as suas habilidades motoras fiquem reduzidas.
Outrossim, o uso desses aparelhos fazem com que as crianças interajam menos com outras pessoas e aumenta os riscos de obesidade, pois, ficam paradas e sem fazer nenhum tipo de atividade física. Sem contar que o consumo exessivo desses artefatos prejudicam a criatividade na fase infantil. Pesquisas apontam que crianças passam em média de 5 a 7 horas em frente as telas.
Assim, medidas cabíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Com o intuíto de mitigar o impácto do uso das telas no desenvolvimento infantil, precisa-se que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Governo Federal, será revertido em propagandas e comerciais, através das emissoras de televisão a fim de conscientizem os pais sobres as consequências do usufruto digital exagerado. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impácto nocivo do uso das telas no desenvolvimento infantil, e a coletividade alcançará a coletividade de More.