O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 13/10/2022
No famoso filme “ A fantástica fábrica de chocolates “ produzido em 2005 por Tim Burton. Nele o dono de uma fábrica de chocolates premia cinco crianças para conhecer a empresa, uma das crianças Make Teave é viciado em jogos violentos de videogame e em aparelho televisor, e o resultado disso, na trama é seu comportamento violento. Fora do cinema, essa narrativa não se destoa da exposição a telas no desenvolvimento infantil. Isso, é tão recorrente seja por influência da mídia e seja por negligência de tempo por parte dos pais, que preferem deixar os filhos no celular do que interagir com eles.
Como consequência, o constante uso de aparelhos tecnológicos pelas crianças, traz diversos malefícios a saúde e seu desenvolvimento, sendo que, a luz azul atrapalha a produção de hormônios de sono, que é fundamental para essa fase da vida, segundo reportagem de Drauzio Varella à rede Globo. Essa situação vem sendo cada vez mais presente, a qual a realidade cotidiana dos pais é estressante, e eles veem o celular como um recurso para prender a atenção dos filhos, e assim ter mais tempo de descanso. Assim, as brincadeiras em família são substituídas pelos recursos virtuais e o resultado é um desdobramento lento, e maior risco de sedentarismo pueril.
Como também, as redes de comunicação está sempre se atualizando e bombardeando de programações os pequenos usuários, influenciando-os em suas atitudes e na sua construção de visão de mundo com sua larga produção de conteúdo que vicia e estimula a passar o máximo de tempo usufruindo dos mesmos, o resultado é o desequilíbrio físico e psicológico, com isso, potencializa o isolamento social através do sedentarismo, característica essa que é predominante na adesão a plataforma virtual.
Dado o exposto, medidas são necessárias para resolver o impasse, conquanto que, cabe ao ministério da saúde e o ministério da tecnologia, formular projetos com finalidade de diminuir o tempo das crianças nas telas, por meio de anúncios voltados a essa questão nos aplicativos e seriados mais aderidos pelo público alvo. Além, de campanhas nas redes sociais para alertar os pais.