O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 13/06/2022
A Constituição de 1988, descreve a garantia de saúde para todos os cidadãos brasileiros. De maneira análoga a isso, o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: desinformação da população e o preconceitos contra essas pessoas portadoras da doença.
Em primeira análise, evidencia-se a desinformação da população. Sob essa ótica, cerca de 11 mil pessoas morrem por ano no Brasil, por não tratarem a doença segundo o IBGE. Dessa forma, a falta de informação diminui as testagem para essa deonça. É correto afirmar não a cura, mas com o tratamento pode ter uma carga viral tão baixa que não é detectada nos exames.
Além disso, é notório o preconceitos com pessoas soropositivo. Desse modo, “Temos que escutar os jovens e entender as situações pelas quais estão passando. Devemos trabalhar juntos, como comunidade de saúde global, permitindo que todos os jovens -qualquer que seja sua sorologia para o HIV- tenham vidas saudáveis, felizes e produtivas.” -Peter Piot, Diretor, London School of Hygiene and Tropical Medicine. Consoante a isso, o preconceito que essas pessoas sofrem diariamente acabam afetando a procurar de ajuda para tratamento.
Depreende-se, portanto, adoção de medidas que venham diminuir o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira. Dessa maneira, cabe o Ministerio da Saúde, fazer campanhas de testagem gratuita para a população e atendimento psicológico, por meio de indentificar pessoas soropositivas que ainda na sabem como tratar a doença, afim de que possam enfrentar o HIV de forma correta. Somente assim, a Constituição de 1988, poderá permanecer garantindo saúde para todos os cidadãos brasileiros.