O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 06/06/2022

No seriado “Elite”, Marina é uma personagem que descobre ser portadora do vírus HIV. Sua família tenta esconder a notícia de todos, porém acabam descobrindo e ela tenta lidar com isso, de maneira análoga a ir a isso, o estigma associado ao vírus HIV e na sociedade brasileira. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: O preconceito que as pessoas que são soropositivos sofrem na sociedade e as consequências deixadas no físico e no psicológico dos envolvidos.

Em primeira análise, evidencia-se que o preconceito sofrido pelas pessoas que são soropositivos na sociedade é algo que deve ser discutido. Sobre essa ótica, uma pesquisa feita por um site “Brasil de fato” das pessoas com HIV que foram entrevistadas cerca de 64,1% já sofreram de alguma forma de discriminação. Dessa forma, podemos analisar esse argumento observando bem como essas pessoas sofrem diante a sociedade, a cada ano tende a crescer mais as taxas de preconceitos e estigmas.

Alem disso, é notório que as consequências deixadas no físico e psicológico sejam mais graves. Desse modo, o filósofo francês Voltarie em umas de suas citações ele fala “ O preconceito é opinião sem conhecimento”. Consoante a isso, destaca-se que as pessoas que as mesmas comentem preconceito não tem conhecimento suficiente para estarem cometendo tal crime com os envolvidos, que por essas opiniões acabam desistindo do tratamento.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham a conter o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira. Dessa maneira, cabe ao órgão responsável pelos diretos humanos, fazer uma lei que seja aplicada e de tal funcionamento, por meio do poder legislativo, afim de que acabe de vez com o preconceito que as pessoas portadoras do vírus. Somente assim, episódios como o do seriado “Elite” possa ficar somente nas telas e não venham para a nossa sociedade atual e futura, sendo assim o Brasil será um lugar melhor de se viver.