O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 05/06/2022
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito a saúde como interente a todo cidadão brasileiro.Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira, dificultando, deste modo,a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas gorvernamentais para combater a negligência em relação aõ HIV . Nesse sentido, preconceito, muitas pessoas associam HIV com Homossexualidade. Essa
conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violaçao do ´´ contra social´´, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde o que infelizmente é evidente no nosso país.
Ademais, é fundamental apontar que o Estado ainda e omisso com as pessoas que tem HIV ou que são SOROPOSITIVAS como impulsionadordo da HIV no Brasil . Segundo dados do Ministerio da saúde mostram o crecimento de 700% dos contaminados pelo vírus HIV nas uiltimos dez anos entre os jovem . Diante de tal exposto refere-se às crenças, atitudes e sentimentos negativos em relação às pessoas vivendo com o HIV (como também em relação seus familiares e pessoas próximas) e outras populações que estão em maior risco de infecção pelo vírus (populações-chave), como gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e travestis e transexuais. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o ,tratamento de HIV por intermédio de educaçao sexual, e combater o preconceito e o tabu desse assunto. Assim , se consolidará uma sociedade com prevenção de doenças , onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.*