O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 18/10/2021
A secretaria de saúde diz muito sobre a importância da prevenção do HIV. O dezembro Vermelho foi feito para alertar mais a população brasileira, houve uma época que as prevalência do HIV voltaram a preocupar o Brasil com um índice altíssimo de número de porcentagem das pessoas soropositivas. Em 1981 surgiu a doença, em 1985 surgiu o teste e os medicamentos, entre um intervalo e outro morreu várias pessoas com HIV positivo. E com isso, em 1995 surgiu o coquitel que salvou milhares de pessoas naquela época.
A aids é uma doença crônica, que a ciência humana ainda não achou como curá-lá. Em Brasília tem 5,8 e 24,8 em São Paulo de homens que fazem sexo com homens, embora são eles que possuem mais probabilidade de serem infectadas pelo vírus. Os cuidados dessa doença deva ser tomada antes de qualquer coisa, depois que o indivíduo é infectado por ele, o aids prevalece pra vida toda e pode ser transmida para outra pessoa tendo relação sexual. O tratamento é mais rígido que qualquer outra coisa, pois assim, ainda não encontraram vacina imediata para os soropositivo.
O secretário Almir Santana, fala que as pessoas que tem aids sofrem mais por receberem muitas críticas por viverem daquela situação. Muitos desistem do tratamento por conta de pessoas preconceituosas e que não se importam com essas pessoas, ou até mesmo sentem nojo.
Uma mulher soropositiva comenta: " É fundamental que tenhamos uma vida digna. Precisamos de respeito, de nos alimentar, de termos acesso aos serviços" afirmou ela.
O mundo de hoje é preconceituoso, racista, sem dó e sem piedade de ninguém. A aids não tem cura, mas exige controle, prevenção, cuidado e respeito. Que o tenham paciência, cuidado, zelo com tudo e mais um pouco depois de ser infectado. Sexo com penetração, tem que usar camisinha. Sendo assim, siga a sua vida com todo o protocolo dado pelo o médico.