O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 22/09/2021
Em “Karatê Kid”, filme lançado em 2010 exibindo o relacionamento entre o aluno e seu professor, elabora da mesma forma uma alusão a jornada dificultosa de Dre Parker em um campeonato de Kung Fu, esporte popular da China. Fora da ficção, este cenário é muito comum na realidade de muitos atletas, visto que, muitos esportitas não possuem o suporte apropriado seja financeiro ou emocional. Isso ocorre tanto pela ausência de apoio familiar quanto pela escassez monetária.
Primeiramente, é notório destacar que nem todos os brasileiros dispõem de condições adequadas para o desporte uma vez que moradores do subúrbio também apresentam desejos para competir em modalidades específicas. Prova disso recai aos poucos jogadores do Brasil que conquistaram a verba fundamental para ingressar nas Olímpiadas de 2020.
Ademais, cabe ressaltar que ainda nos dias de hoje negros, mulheres e indíviduos pertencentes à comunidade LGBTQ+ sofrem discriminações dentro do campo atlético. Esse contexto envolve a ignorância e estupidez por parte daqueles sem a disciplina essencial para a vivência com outros no mesmo ambiente profissional.
Portanto, é de extrema iminência a assistência governamental em campanhas que incentivem a prática da atividade desportiva e acréscimo de patrocínios em clubes periféricos ou atletas independentes, além da acentuada cautela nos casos de intolerância racial, machista ou homofóbica juntamente com uma advertência de penalidade.
Somente assim, deteriam de resultados satisfatórios nas taxas de profissionais presentes em competições de alto nível bem como o restringimento dos preconceitos cometidos na atmosfera competitiva.