O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 14/09/2021
De acordo com a ‘‘Lei da inercia’’, estabelecida por Newton, um corpo em repouso estará sempre em repouso desde que nenhuma força seja exercida sobre ele. Analogicamente a esta lei, percebe-se a mesma condição no que tange à problemática o esporte como instrumento de inclusão comunicativa no Brasil, que segue sem uma resolução. Diante dessa perspectiva, faz-se a imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeiro lugar, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o baixo estímulo do esporte no país. Nesse sentido, de acordo com o site do G1, 47% dos brasileiros não praticam atividades fisicas. Segundo as ideais do pensador John Locke, configura-se como uma violação de sua obra ‘‘Contrato Social’’, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, não só como o lazer, mas também o bem-estar social, o que infelizmente é evidente no Brasil.
Em segundo lugar, a Constituição Federal de 1998, prevê, em seu artigo 6°, o direito a exercícios fisicos como inerentes a toda sociedade brasileira. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com enfâse na prática quando se observa o sucateamento do esporte e a falta de investimento nessa área, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Logo, é inadimissível que esse cenário avance no país.
Infere-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Governo invista dinheiro na área do esporte, de modo que essas verbas aplicadas fomentem campanhas de encorajamento para as pessoas começarem a práticar diversas modalidades e ambientes adequados para o público usar com segurança, ensinando as ter conhecimento do valor das atividades físicas não só para o bem-estar, mas também se incluir no meio de pessoas. Dessa forma, será possível garantir que futuramente o número de pessoas inclusas no meio do esporte aumentem cada vez mais.