O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil

Enviada em 01/09/2021

De acordo com o ativista Nelson Mandela, o esporte tem o poder de mudar o mundo, inspirar e unir pessoas. Dessa forma, sob a lógica do ex-presidente da África do Sul, evidencia-se a importância de praticá-lo, tendo em vista que os esportes estimulam a empatia e por conseguinte a inclusão social. Nesse contexto, destaca-se como maior benefício da manutenção de atividades físicas na sociedade, a integração dos mais excluídos socialmente: os pobres e os deficientes.

Em primeira análise, vale ressaltar o aspecto supracitado acerca da inserção das pessoas de baixa renda. Diante disso, projetos sociais, como a Central Única, transforma, por meio de práticas esportivas,  a vida de muitas crianças carentes, as quais sem esse estímulo poderiam ter uma realidade totalmente diferente, suscetível à criminalidade. Assim, com o incentivo a essas atividades lúdicas muitas delas são tiradas das ruas para se dedicarem nesses programas e com isso terem um retorno futuro,  por exemplo o renomado jogador Ronaldinho Gaucho, que morava na periferia e com o esporte se tornou um destaque nacional. Desse modo, praticar atividades físicas não se limitam a um “hobby”, mas auxiliam também para mudar vidas.

Outrossim, em consonância com a inclusão social das classes mais baixas, as pessoas com deficiência física também são beneficiadas por essas iniciativas. Segundo o filme Florest Gump, o protagonista apesar de suas deficiências consegue se tornar um ótimo esportista. À face do exposto, no Brasil uma forma de incluir essa camada social é com as paralimpíadas, jogos nos quais os atletas portadores de alguma doença competem entre si e, dessa maneira, obtêm as mesmas oportunidades e agregação que os indivíduos considerados normais. Assim, essas pessoas passam a ter uma vida plena e longe de preconceito e exclusão.

Em suma, é imprescindível a colaboração de todos os segmentos sociais para aumentar a abrangência esportiva. O conselho de esporte em parceria com o Ministério da Educação, deve desenvolver planos escolares de incentivo à prática de esportes, como aulas em turnos contrários e idas anuais a torneios, campeonatos e partidas desportivas. Isso deve ser feito por meio de recursos autorizados pelo Governo Federal, com o fito de estimular a populaçã desde cedo a praticar atividades físicas e, assim, potencializar a inclusão de todos. Diante da articulação dessas medidas, poder-se-á ter a mudança no mundo sobredita por Nelson Mandela.