O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 12/09/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas sociais. Nesse sentido, distante da ficção apresentada a realidade brasileira encontra-se contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discutir sobre o esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil, que evidencia na realidade uma precariedade nesse sistema. Sendo, portanto, indispensável discutir sobre a falta de investimento governamentais em programas sociais esportivos, bem como dos benefícios de tal prática na inclusão social.
Convém ressaltar, a princípio, que a falta de investimentos em programas que incentivem o esporte em comunidades é um problema grave na prática da inclusão social. À luz dessa questão, é coerente citar a Constituição Federal de 1988, o qual afirma que todos cidadãos tem o direito a prática de esporte e ao bem-estar social. Nessa perpectiva, tal realidade está distante de ser alcançada na sociedade, na qual somente quarenta e dois porcento dos programas sociais esportivos são financiados por verbas gorvernamentais, de acordo com o jornal G1. Diante disso, tal realidade compromete a inclusão social por meio do esporte na sociedade brasileira, no qual faz-se necessário reformulações para a melhoria dessa realidade.
Outrossim, os benefícios da prática de esportes espelha para o desenvolvimento físico e social. Nessa perspectiva, consoante a revista Saúde, a prática de esportes coletivos ajudam tanto na capacitação motora como nas relações de inclusão social de pessoas com deficiência e restrições a movimentos. Diante dessa premisa, tal conjutura demostra os benefícios de tal realização esportiva, no qual traz consigo inúmeros benéficios na saúde e nas realações social, fazendo dessa forma necessário um olhar governamental na ampliação de atividade esportivas para o benefício no desenvolvimento pessoal dos cidadãos.
Depreende-se, portanto, que medidas pragmáticas são essenciais na resolusão desse problema. Sabendo disso, urge que o Poder Executivo, órgão responsável por administrar os interesses públicos, crie, por meio de verbas governamentais, projetos de investimentos em programas de prática esportiva, com intuito que esses projetos sejam estruturado para o benefício da saúde e bem-estar de todos cidadãos. Cabe, também, ao Ministério da Educação, fazer campanhas publicitária sobre os a importância da prática esportiva, a fim que pessoas concientiza-se sobre tal atividade e que possam práticar com intuito no seu desenvolvimento social. Feito isso, cenário como o exposto pelo jornal G1, não será mais uma realidade na sociedade brasileira.
é coerente citar dados do jornal G1, o qual afirma que somente quarenta e dois porcento dos programas sociais esportivos são com verbas governamentais. Diante dessa realidade, os baixos investimentos vem inviabilizando o contato do esporte com a sociedade, uma vez que a falta de infraestrutura compromete a realização de atividades que contribuam para o bem-estar e interações que ajudem a inclusão social dos cidadãos.