O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil

Enviada em 12/10/2021

A skatista Raissa Leal, aos 13 anos, foi medalhista de prata nas olimpíadas Tóquio-2020, tornou-se a brasileira mais jovem a ser premiada nos jogos mundias, sendo reconhecida por suas manobras. Contudo, a oportunidade vivenciada por ela, restringi-se a um pequeno grupo na sociedade Tupiniquim, uma vez que o esporte não é democratizado, apesar de ser uma ferramenta importante para a inclusão social. Nesse âmbito, convém analisar os fatores que impedem a universalização, um exemplo da inoperância governamental e da omissão familiar.

Primeiramente, é possível crucial entender o esporte como ferramenta de inclusão social sob a perspectiva de que a inoperância governamental é uma forte influente. Isso, porque a falta de verba destinada a Infraestrutura é quase inexistente, pois a inclusão social no esporte é tratada com desleixo e ignorada, tornando-se  invisível aos olhos da sociedade. Tal questão pode ser associada ao pensamento da filósofa brasileira Djamila Ribeiro, na qual acreditava que para pensar soluções para uma realidade primeiramente deve-se tira-lá da invisibilidade. Dessa Forma, enquanto a a falta de visibilidade de manter corrente, a falta do esporte como ferramente social continuará a afligir o país.

Ademais, é possível salientar que a falta do esporte como ferramenta de inclusão precisa ser superada. Consoante a dados do Monitor da Violência - uma parceria do G1 com a Universidade de São Paulo e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Foram 28 vítimas no ano passado, contra 15 em 2017 – um aumento de 87% nos casos. O número de mortes de mulheres no estado é mais que o dobro da média nacional. Esse alarmante dado é resultado de machismo e preconceito, haja vista a que desde pequenos os homens são ensinamos e influenciados a praticar o esporte, porém raramente tem uma menina entre eles e quando tem é vitima de bullying e exclusão social. Em decorrência disso, tem-se visto cada vez menos o incentivo familiar para que as meninas invistam na sua paixão pelo futebol, sendo uma situação inadmissível em um país que se consagra plenamente desenvolvido.

Portanto, medidas devem ser tomadas para que o problema seja resolvido. Logo, cabe ao Ministério do Esporte, órgão responsável por ações de inclusão social por meio do esporte, disponibilize acesso gratuito à prática esportiva, por meio de ajuda do governo com verba destinadas a infraestrutura, afim de melhorar a qualidade de vida e desenvolvimento humano. Além disso, os familiares precisa  incentivar seus filhos a seguirem no esporte que gostam, para que num futuro proximo possam ser aceitos na sociedade e quebrarem padrões impostos por anos. Com essas medidas, podera-se-á observar o país livre dos reveses gerados pela invisibilidade social no esporte.