O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 02/06/2021

O Brasil coloca-se como o país com o maior número de empreeendedores entre os países do BRICS. No entanto, o empreendorismo no país sofre tanto com o exacerbado custo financeiros inicial quanto com a bruocracia e desmonte do governo aos empresários e projetos socias que já existem.  Dessa forma, o combate a pobreza por empreendimentos socias dificilmente saem do campo das ideias.

Nesse sentido, segundo relatórios do GEM, comparado com outros países do mundo, o Brasil supera em burocracria quando o quesito é fundar empresa. Ou seja, ideias socias e lucrativas simultanemanete perecem logo no início de licenças negadas, alvarás penosos e pagamentos de impostos frequentes antes mesmo da geração de lucro. Isto é, iniciativas sociais como a Litro de Luz, que leva energia elétrica às pessoas sem acesso, antes de darem certo, foram tolhidas por fatores que poderiam ser suavizados.

Além disso, entidades como O Serviso Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), apesar de ser uma ótima oportunidade para alguns brasileiros, é constantemente desasistida pelo governo que indiretamente está desatistindo também os próprios cidadãos. Prova disso foram os milhões retirados do orçamento governamental de auxilio ao Sebrae durante a gestão do atual ministo da economia, Paulo Guedes. Isso, por sua vez, apenas ratifica a indiferença do governo com o empreendedor social no Brasil.

Portanto, faz-se necessário que o Ministério da Economia reconheça a importância do empreendedorismo no combate às dificuldades socias por meio de investimentos direcionados às iniciativas privadas de finalidade tanto lucrativa quanto social. Somado a isso, o Poder Legislativo deve criar leis que facilitem os registros dessas empresas de cunho social que podem desafogar o Estado de algumas obrigações, como o combate o desemprego. Dessa maneira, será possível diminuir as obstáculos encontradospelos pequenos e futuros empresários do país.