O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 09/10/2020
Com a terceira Revolução Industrial e a ascensão do capitalismo, novas formas de comercialização e atividades ligadas ou não ao setor empresarial surgiram, gerando renda para aqueles que possuem seu próprio negócio e contribuindo para o combate da pobreza no Brasil. Todavia, o empreendedor ainda se depara com certos desafios, bem como o gerenciamento das empresas e a falta de investimento externo. Segundo pesquisa publicada no jornal Folha de S. Paulo, grande parte dos empreendedores brasileiros sofrem com problemas tanto quanto a gestão de funcionários quanto a gestão financeira, visto que, além de uma liderança fraca, o valor necessário para manter a empresa é enorme, principalmente por causa do grande número de impostos sobre produtos e contratados, sucedendo na falência de muitas delas em pouco tempo. Além disso, órgãos financeiros raramente suportam pequenos negócios, tornando a função ainda mais desafiadora, de forma que o empreendedorismo se torna extremamente complexo, tendo em conta o fato de que, além de lidarem com uma desvalorização enorme por parte do governo e suas políticas públicas, aqueles que tentam abrir um negócio são desacreditados pela sociedade.
Em virtude dos fatos mencionados e a visão sobre o empreendedorismo social como um meio de combate à pobreza no Brasil, é de suma importância que o Estado reforme e crie novas políticas públicas a favor dos empreendedores, bem como redução de taxas de juros para empréstimos bancários e redução de impostos sobre os serviços prestados. Ademais, o uso da mídia convencional para promoção do tópico em questão, com o intuito de incentivar o trabalho na área, estruturando uma sociedade com mais oportunidades para todos.