O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 08/08/2020
No contexto social vigente, o termo “Empreendedorismo” pode ser definido como o processo de implementar novos negócios ou gerar mudanças em empresas existentes. Dessa forma, é evidente a catástrofe social resultante do escasso incentivo a tal prática, sendo que o filme “Fome de Poder”, que retrata a história de crescimento da marca McDonald´s, de um pequeno fast-food, para uma das maiores multinacionais do mundo, demonstra um cenário a muito atarantado no país. No entanto, observa-se que essa questão tem ocorrido por inoperância política, além de uma falha educacional.
Em primeiro plano, deve-se analisar a negligência governamental como causador do problema. Desse modo, é exequível referir-se ao consenso mundial retinente as baixas perspectivas do mercado privado no Brasil, pois segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 81,5% das empresas nacionais temem o risco econômico excessivo proveniente do negócio, fator que demonstra uma escassez de medidas viáveis para solucionar a adversidade. Destarte, em virtude da regência não possibilitar um ambiente propicio ao aditamento do setor privativo, acarretando em um aumento na dificuldade burocrática resultante do inchaço na máquina pública, impossibilitando a obtenção da renda por certa parcela social. Em decorrência disso, enaltece-se os índices de pobreza.
Paralelo a isso, é essencial aludir sobre o descaso na educação como outro imortalizador do emblema. Dessa maneira, é factível remeter ao que afirmava Immanuel Kant, famoso filósofo prussiano, “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Contudo, hodiernamente, é notório o desvio de convicção da maioria do meio popular, ocasionado por uma imprecisão pedagógica, descendente da carência de conhecimento condizente com o mercado empreendedor, o que gera uma maior possibilidade de fracasso profissional e econômico. Em consequência, o caso eleva-se.
Entende-se, portanto, que a continuidade da questão dos desafios do empreendedorismo e a pobreza no Brasil é fruto da inoperância política e de uma falha educacional. Diante disso, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Economia, responsável pela administração financeira nacional, deve criar um projeto que vise o crescimento do mercado privado, por meio de um incentivo capital direcionado aos pequenos e micro empreendedores, juntamente com a redução dos procedimentos administrativos atuais, com o objetivo de garantir uma fonte de ganho estável para a sociedade, garantindo, dessa forma, a redução dos casos de indigência social. Ademais, o Ministério da Educação, incumbido da sapiência conterrânea, precisa modificar a cartela escolar atual, mediante a implementação de matérias de cunho módico nas escolas públicas, principalmente no nível médio, com a finalidade de possibilitar um acervo intelectual amplo para tais práticas comerciais entre os brasileiros.