O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 28/08/2019
Em meados do século XIX, houve o advento da Revolução Industrial, e por conseqüência, o modelo capitalista de mercado expandiu-se por todo o mundo e tornou-se o mais usado entre os países atuais. Porém, as sociedades ficaram divididas com a desigualdade social, pelo fator “meritocracia” presente no capitalismo. O empreendedorismo social é uma ferramenta utilizada por empresas a quais visam o lucro, mas focam na base da pirâmide social, pela classe menos favorecida. Segundo o sociólogo Durkheim, com a sua teoria da Anomia Social, afirma que a sociedade encontra-se em um estado patológico, pelo fato de que não estão sendo asseguradas pelas instituições governamentais, portanto, há um despreparo do governo no que tange o bem-estar social e o controle da pobreza no país, porém essa circunstância não é atual, ela veio com o crescimento exacerbado da população urbana comparada à rural, com as medidas desenvolvimentistas de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Outrossim, começou a desenvolver as empresas voltadas para a sociedade, já que esse tipo de empreendedorismo é um mecanismo fundamental para o regaste social do grupo dos menos favorecido. No programa da Tv Globo “Pequenas Empresas Grandes Negócios” mostra-se os investimentos duradouros e rentáveis, portanto é um meio facilitador para começar a avançar no âmbito social. Torna-se evidente, portanto, que o empreendedorismo social é uma medida que não ajuda somente o empresário, mas visam auxiliar a sociedade. Cabe ao Poder Executivo promover benefício financeiro às “empresas sociais”, mediante o investimento do Ministério da Cidadania, que criaria um plano social que vise elucidar a população sobre esse mecanismo, a fim de promover maior participação da sociedade por um bem maior com a intenção de diminuir a pobreza no Brasil.