O empreendedorismo digital em questão no Brasil
Enviada em 09/09/2022
Com a revolução industrial, iniciada no século XVIII, as novas tecnologias passa-
ram a se desenvolver de forma cada vez mais acelerada, gerando inovações que se tornaram indispensáveis à vida dos indivíduos modernos. Dessa forma, observa-se no advento do meio digital que agora tais criações têm notória relevância nas rela-ções sociais e de trabalho, e que vem expressando um crescimento que supera o meio físico ou tradicional. Tal fato se expressa no empreendedorismo digital, setor de evidente importância e que tem estado em ascensão.
Primeiramente, deve-se perceber que o fenômeno da globalização, que começou no período das grandes navegações e agora está intrísseco à atualidade, encurtou as distâncias e possibilitou a amplificação da aplicação das tecnologias. Logo, as di-versas facetas do meio digital passaram a facilitar aos indivíduos maneiras de tra-balho, já que a concorrência do mercado gera dificuldades de acesso a empregos. Consequentemente, o empreendedorismo digital passa a ser benéfico ao cidadão, que, sem a necessidade de despesas dos negócios físicos, conseguem iniciar seus projetos do modo que seus recursos permitem e gerar sua fonte de renda.
No contexto da pandemia de covid-19, iniciada em 2020, tornou-se comum que, com a precisão do isolamento social, compras, trocas e atendimentos fossem feitos de forma remota. Desse modo, tornou-se visível como a adesão de tal sistema foi capaz de manter funcionando grande parcela do mundo do comércio. No entanto, além de manter o funcionamento de alguns, estimulou ainda mais a abertura de novas empresas puramente digitais, pelas quais muitos trabalhadores tiveram a o-portunidade de investir no seu negócio com menores custos e maior flexibilidade, gerando um retorno não só para sí, mas também para os consumidores, que pas-saram a ter acesso à um mercado mais diversificado.
Conclui-se, portanto, que o crescimento do empreendedorismo digital é benéfico à população, e deve ser estimulado. Para isso, o Estado, como promovedor da or-dem social, deve investir em ações que divulguem e dê suporte aos empreendedo-res virtuais, por meio de campanhas informativas e cursos direcionados a ajudar esses donos de negócios a administrar e divulgar suas empresas. Objetiva-se, as-sim, que haja o desenvolvimento desse setor e retorno à população brasileira.