O empreendedorismo digital em questão no Brasil
Enviada em 16/03/2022
A nova forma de empreender: on-line
Segundo o dramaturgo George Bernard Shaw: “O progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar as suas mentes, não conseguem mudar nada”. Esta frase diz bastante sobre as mudanças que vem acontecendo na sociedade, principalmente, no meio do empreendedorismo brasileiro, devido ao avanço da “internet” e a necessidade de os usuários de fazer, pedir e utilizar de sua própria casa, por conta das medidas sanitárias imposta pela pandemia. Nesse contexto, surge as empresas digitais para atender seus clientes e abrindo concorrência com as modalidades presenciais.
Com o desenvolvimento tecnológico, o ambiente das telas, permite o consumo de bens e serviços virtualmente, de forma rápida e de fácil acesso. De acordo com a NZN Intelligence, em 2019, mais de 70% dos consumidores brasileiros preferem realizar compras on-line a ir às lojas físicas. Logo, é notável a praticidade que este meio traz e o quão lucrativo esse negócio pode ser, então, é preciso que mais empresas entrem no ramo digital. Fato, que já acontece nos Estados Unidos e Europa e está avançando cada vez mais no Brasil.
No entanto, por ser uma atividade relativamente nova e por nem todos saberem como manusear os aplicativos e sites da “internet”, pode trazer complicações para quem decide experimenta-lo sem conhecer bem as suas características, como exemplo, os idosos e os comerciantes tradicionais podem ter muitas dúvidas de utilizar e divulgar seus produtos.Nesse sentido, conforme o levantamento Negócios Digitais Brasil 2020, as principais dificuldades dos proprietários de e-commerces (lojas virtuais) são as vendas e os investimentos. Como resultado, ocorre problemas na administração e até a falência se não estiver cuidadoso.
Portanto, medidas precisam ser tomadas para superar os desafios de comerciantes e clientes. A fim de melhorar as condições enfrentadas, facilitar para os usuários e alavancar a economia com negócios prósperos. Então, cabe ao Ministério do Trabalho que disponibilize cursos gratuitos com os conhecimentos essenciais sobre as novas as tecnologias, incentivando assim a criação de mais negócios e a adesão de mais pessoas para o uso.