O drama das pessoas desaparecidas
Enviada em 27/10/2021
De acordo com Aristóteles, ‘‘A base da sociedade é a justiça’’. Entretanto, o contexto do Brasil do século XXI contraria-o, uma vez que o do drama das pessoas desaparecidas na cultura verde e amarela demonstra-se como uma questão de injustiça, o que desestrutura a base da sociedade brasileira, e ainda que configura um desafio a ser sanado. Sendo assim, é preciso que estratégias sejam aplicadas para resolver essa situação, que possui como causas: a insuficiência legislativa e a falta de debate. Deve-se pontuar, de início, que a insuficiência legislativa sobre o tema configura-se como um grave empecilho no que diz respeito ao desaparecimento de pessoas. Nesse víeis, a Constituição Federal de 1988 é a lei básica brasileira que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. Com efeito, além de contrariar a constituição federal, a perpetuação do desaparecimento de pessoas, motiva a ocorrência de outras manifestações de crimes — a exemplo do tráfico humano, exploração sexual, o que dificulta a resolução do problema. Assim, a lei sendo enfraquecida, evidencia a inabilidade do Estado em cumprir a lei. Outrossim, surge a questão da falta de debate o que tem intensifique a gravidade do estorvo. Entretanto, de acordo com o pensamento do filósofo Foucault defende que, na sociedade pós-moderna alguns temas são silenciados para que estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, percebe-se uma lacuna no que se refere ao debate em torno do desaparecimento de pessoas, que tem sido silenciado. A esse respeito, a sociedade brasileira contemporânea subverte a lógica desenvolvida por Foucault: em vez de utilizar os códigos de comunicação para discutir a melhoria de políticas públicas, os indivíduos promovem o silenciamento desse debate. Logo, não é razoável que o papel da comunicação seja subvertida no Brasil. Torna-se evidente, portanto, que a importância ao combate de pessoas desaparecidas apresentam entraves que necessitam ser revestido. Como solução, é preciso que as escolas, em parceria com a prefeitura, promovam um espaço para rodas de conversas, por meio de debates sobre o pessoas desaparecidas no ambiente escolar. Tais eventos podem ocorrer no período extraclasse, contando com a presença dos professores e convidados e especialistas no assunto. Além disso, tais eventos não devem se limitar aos alunos, mas ser aberto à comunidade, afim de que mais pessoas compreendam a questão relativa ao desaparecimento de pessoas e se tornem cidadãos mais atuantes na busca de resolução.