O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI
Enviada em 27/07/2021
A partir da Revolução Industrial a mão de obra humana foi, cada vez mais, sendo substituída por máquinas e perdendo sua importância em diversos setores do mercado de trabalho. Logo, o índice de trabalhadores informais no mundo e, principalmente, no Brasil aumentaram significativamente. Ademais, a exigência de maiores experiências e a falta de investimento do governo em obras públicas contribuem para o aumento do desemprego.
A priori, é notório que o uso de máquinas nas industrias vem crescendo, aceleradamente, dia após dia. As máquinas conseguem produzir em larga escala de forma muito mais rápida e lucrativa, e como consequência desse fator a substituição do homem por estes equipamentos se tornam mais frequentes, contribuindo, diretamente, para o aumento do número de pessoas desempregadas. Além disso, a falta de investimento do governo em geração de emprego e renda dificulta, ainda mais, a situação econômica do país.
Também é inegável que a prioridade do empregador são pessoas com cursos além da escola, inglês e informática são exemplos. A maioria da população brasileira não têm acesso à cursos profissionalizantes o que dificulta muito a chance de serem chamadas para uma vaga de emprego no mercado de trabalho formal e passam a ter que trabalhar informalmente. De acordo com a Organização Internacional do trabalho, dos 300 milhões de trabalhadores informais do mundo, 30 milhões são brasileiros.
Portanto, é necessário que o Governo Federal, por meio do Ministério do trabalho e o Ministério de Infraestutura, invistam na geração de emprego e renda por meio de construções de obras públicas a fim de diminuir o índice de desempregados no Brasil e assegure aos trabalhadores informais os seus direitos de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) sancionada por Getúlio Vargas durante a ditadura do Estado Novo.