O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 23/06/2021

Segundo o engenheiro Henry Ford, " Os negócios não podem eliminar o desemprego, mas cada negócio pode fazer o seu melhor competitivamente para expandir as suas próprias vendas e emprego." Esse pensamento fica evidente quando a referência é o desemprego causado pela pandemia no Brasil. Sob essa perspectiva, a razão motivadora como a economia afetada pela pandemia em solo brasileiro, deve ser mudada sem morosidade.

Sob esse viés, em um ano de pandemia, houve redução de 7,8 milhões de postos de trabalho, cerca de 14,4%, segundo o relatório do IBGE (instituto brasileiro de geografia e estatística). Dessa maneira, conforme o político Francisco Sá Carneiro, " Os problemas econômicos são os que mais nos preocupam: custo de vida, o desemprego, o bem-estar das pessoas. E também a eficácia administrativa, a organização do estado no sentido da ordem democrática." Sendo assim, transtornos mentais leves, depressão, diminuição da auto-estima, sentimento de insatisfação com a vida, e dificuldades cognitivas, são as principais causas do bem-estar psicológico humano, afetada pelo desemprego prolongado.

Ademais, estudo divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) revela que a atividade econômica no Brasil experimentou retração de 6,7% no período de 12 meses, iniciado em março de 2020, com o surgimento da pandemia do novo coronavírus, até fevereiro de 2021. Além disso, a pandemia da Covid-19 no Brasil derrubou o Produto Interno Bruto (PIB), que registrou uma queda de 4,1% no ano passado, segundo os dados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Deste modo, os brasileiros desempregados procuram trabalhos informais, para assim ter uma renda extra nas suas famílias.

Infere-se, portanto, o governo deve criar programas de apoio à assistências aos desempregados, além da estabilidade da economia de volta. Dessa forma, governo deve elaborar uma diretriz de investimento voltada aos sem empregos. Com o auxílio do poder legislativo, deverão aumentar a abertura de novos comércios voltados aos mais pobres, para assim dar mais oportunidades aos desempregados das periferias. Assim, a economia afetada pela pandemia não será uma realidade aplicada na sociedade.