O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 02/04/2018

A busca pela aparência perfeita tem se tornado um dos grandes objetivos da sociedade, tanto nas mulheres como nos homens. Tem se por princípio a preocupação com a saúde, como: obesidade, colesterol, diabete e doenças cardiacas. Além disso o consumismo pode ser também uma das causas pelo culto a aparência, por ter a preocupação com o ter mais do que com o ser.

É obvio que saúde deve estar em primeiro plano, porém é algo que se coloca disfarçadamente por trás do objetivo principal: ter um corpo perfeito. A sociedade vem investido exageradamente em encontrar a aparência ideal, aquela que a mídia mostra tanto em televisões, jornais, cartazes e até mesmo em bonecos. Um exemplo nítido de inspiração em bonecos é o Ken e a Barbie, famosos personagens infantis que acabaram por ser a grande insipiração de adultos, que fazem várias cirurgias para se aproximarem de serem também Ken humano ou Barbie humana, como são chamados.

O consumismo, que veio acompanhado com o avanço da produção capitalista, é outra causa pelo qual as pessoas investem para terem o corpo tão sonhado, consomem sucos detox, investem em cintas, roupas que os tornam mais magros, cirurgias para terem mais bunda ou mais seios. Enaltando, assim, as empresas que buscam essa procura para engradecerem.

Torna-se evidente, portanto, que para amenizar a busca pelo corpo ideal e diminuir o consumismo, os representantes da saúde nutricional incentivem as pessoas a ficar com um corpo saudavel, não com um corpo que a mídia repassa. Todavia, a mídia também deve participar desse processo, criando propagandas mais reais e menos absurdas para que as pessoas possam se insipirar em coisas possíveis e que não prejudiquem a saúde, por fazer tantas cirurgias para ficarem perfeitas. É dever também de empresas de moda colocarem em suas vitrines manequins que possam se aproximar mais da realidade corporal dos brasileiros