O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 02/03/2018
A opressão da verdadeira beleza
Padrões de beleza existem para ambos os sexos, porém é perceptível a maior rispidez com o sexo feminino. Esses, estão implantados em nossa sociedade por diversos meios, entretanto é de conhecimento geral os riscos os quais indivíduos se sujeitam devido esse sistema opressor.
Observa-se que as mulheres são claramente incomodadas por essas padronizações desde cedo, se preocupando excessivamente com a aparência. Não é difícil de encontrar crianças usando maquiagens e roupas de adulto ou tensas com o busto que não cresce e que estão se tornando cada vez mais precoces.
É indiscutível o fato de os meios de comunicações e a mídia estarem interligados com esse assunto. Visto que possuem uma boa acessibilidade e influência, trazem consigo diversos moldes de beleza, como em, comerciais, redes sociais, revistas, programas de televisão e entre coisas mais
Em consequência disso, vê-se pessoas fugindo da exclusão social que é ser fora do padrão e acabam se submetendo á diversas doenças, operações ou até mesmo medicações que possam comprometer a saúde.
É possível afirmar que todas essas imposições vêm de encontro com as fisionomias das minorias, mulheres gordas, negras, com cabelo crespo e entre outros, quase nunca são representadas, e também são inalcançáveis para as de pouca renda que não possuem o suficiente para arcar com os custos.
Em face a essa realidade, é fundamental que a sociedade atual passe a valorizar mais a aceitação e diferenças do que modelos de aparência impostos, por meio de campanhas que incentivem a autoestima, de debates em escolas, maior representatividade para as diferenças, o Estado oferecer suporte para pessoas com complicações psicológicas ou físicas por recorrerem a medidas drásticas.