O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 12/02/2018
Desde a antiguidade já havia uma padronização do corpo que beirasse aquilo que é denominado belo, que curvas bem situadas já carregavam olhares cheios de segundas intenções e isso vem de uma imposição social, histórica e cultural, principalmente sobre o corpo feminino, gerando um grande e grave caos.
A sociedade como ditadora de padrões sempre influenciada pelas mídias que vive a custa de novas formas de mudar o que de fato é belo: o natural, sua identidade, seu eu e seu ego. Tornou-se uma realidade e disputa social e, a tendência disso tudo é uma vida de máscaras, em que cada vez mais as pessoas querem conquistar ou estar na cinturinha do outro, naquele cabelo liso e loiro, nos olhos claros, entre tantos outros padrões.
Como dito por Augusto Cury: Toda beleza é imperfeitamente bela. Jamais deveria haver um padrão, pois toda beleza é perfeitamente exclusiva como um quadro de pintura, uma obra de arte. Sendo assim a geração do amanhã, (pois a atual já está fadada e alienada em busca da perfeição que só existe no imaginário delas) precisa entender que cada um tem sua beleza original e ainda que a cultura e heranças passadas mostre o contrário, o mundo não carece de coisas postiças e sim de naturalidade no olhar, no corpo e na alma.
Tendo em vista tais aspectos, são necessárias medidas na atuação do impasse, entre elas uma educação de qualidade que estimulem a formação da moral e ética do indivíduo, para tanto é imprescindível que surja desde a infância. Além da proibição total ou de início parcial de qualquer propaganda que estimule a banalização do corpo, como objeto de prazer, tornando a mulher inferior ao homem. Dessa forma uma melhor associação de fatores irão coexistir para uma harmonia enquanto sociedade.