O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 25/01/2018

Há algumas décadas, o uso de chás milagrosos, cirurgias plásticas e farmácos para a redução de medidas está crescendo a cada dia mais com intuito de buscar incessantemente a estética perfeita. No entanto, pessoas que não procuram essa aparência ideal são, muitas vezes, julgadas e esnobadas pela sociedade, podendo sofrer transtornos como a anorexia e a depressão, ou ainda, cometer suicídio.

O uso indevido de fármacos, sem a prescrição médica, pode gerar danos irreparáveis ao organismo, ou até mesmo, a dependência desses medicamentos. De acordo com Dudu Haluch em seu livro " Hormônios no fisiculturismo " o uso abusivo de medicamentos para o emagrecimento podem levar a transtornos metabólicos e carência de minerais e vitaminas. Além disso, o autor alerta também que, utilização de substâncias para o ganho de massa podem gerar distúrbios sexuais como a infertilidade.       Pessoas que não seguem esse padrão de culto à aparência, tendem a ser excluídas e julgadas pela sociedade, acarretando problemas psicológicos, como casos de depressão, anorexia e bulimia, ou até mesmo o suicídio. No entanto, um padrão social de aparência não existe, por isso, a estética perfeita varia de pessoa para pessoa, não houvendo motivos para julgar o outro, com isso, mostra-se que a aceitação de sua aparência é a chave para um bom uma vida sem transtornos e com um bom convívio social.

Portanto, o culto a estética nos últimos anos cresceu abruptamente, levando até o uso de fármacos para se enquadrar no padrão, porém pessoas que não conseguiam esse padrão, muitas vezes sofriam de transtornos psicológicos, porém com o governo criando propagandas de televisão ou em redes sociais sobre a aceitação do próprio corpo ajudaria a reduzir esses casos. Ademais, o alerta sobre o uso indevido de fármacos em forma de panfletos em academias e farmácias alertariam a população contra o mal uso desses medicamentos.