O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 19/10/2017
O filósofo Platão, em o mito da caverna , apresenta uma metáfora da condição humana diante do mundo, haja visto o fato de alguns individuos se contentarem em enxergar sombras ao invés de uma nitida realidade. Tal análise, compara a obsessividade do homem em busca do corpo perfeito na sociedade atual. No entanto, o caminho que muitos escolhem para alcançar a forma fisica perfeita, nem sempre é de forma ideal, pois utilizam de anabolizantes e medidas contraceptivas,como, vomitos após as refeições e até ficar sem se alimentar. É essencial pontuar, de início, que segundo Durkheim em “efeito manada”: o homem segue a maioria, medo do diferente. Seguindo tal perspectiva, é árduo mudar o quadro das pessoas que fazem qualquer coisa para ter o padrão de beleza, que é, corpo evidenciando os musculos,cabelos lisos e sorriso perfeito. Nesse viés, a maioria da sociedade segue o padrão social,com isso, burlam leis, não se importam com a saúde futura e se transformam em marionetes em busca de apenas um tipo de padrão estético. Nesse sentido, a sociedade acaba se idiotizando diante da problemática que é a obsessividade. somando-se a isso, o pintor Edvard Munch em “o grito”, obra que simbolisa o sofrimento humano diante das malezas da sociedade, demostra a dificuldade do ser humano em ser aceito numa civilização que estabelece poucos padrões a seguir. Dessa maneira, o cidadão para não se desvincular do meio social e ser aceito, tanto em empregos ou ciclos de amizades, acabam sofrendo pisicologicamente e fisicamente. Frente a isso,ser modelo de uma sociedade não diversificada esteticamente acaba prejudicando muitos. Fica claro, então, que a sociedade propõe metas estéticas a serem alcançadas e o homem acaba se prejudicando em tentar alcançalas. Nesse propósito, as familias devem conscientizar seus filhos que qualquel padrão de beleza é valido e belo, para que num futuro recente as pessoas não se submetam a medidas estrandósas para ter um certo corpo.