O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 20/10/2017

No que se refere á padronização corporal, pode-se dizer que a influência midiática é um dos princípios da cutuação do “corpo perfeito”. Nesse sentido, as ações publicitarias tentam associar e vender nas suas prateleiras o que é de mais desejado : a felicidade.

Em primeiro plano, segundo o portal de informações G1, o Brasil é o segundo país o qual mais realiza cirurgias plásticas no mundo. Relativo a  isso, a alienação criada principalmente pela mídia, faz com que principalmente mulheres se submetam a procedimentos estéticos arriscados, tais como dietas que podem gerar algum distúrbios alimentares, quanto inúmeras cirurgias de “correção” que podem desencadear além de infecções, um vício pela busca do “corpo ideal”.

Ademais, a pressão da beleza ideal no Brasil, atinge cerca de 90% de mulheres da faixa etária de 20 a 40 anos, logo, a massificação de informações de cunho corporal, como propaganda de academias, anabolizantes, cirurgias plásticas, e até mesmo indiretamente com propagandas de mulheres extremamente magras em marcas de roupas conhecidas, geram uma ideia indutiva de que homens e mulheres precisam estar em um padrão ideal para serem aceitos na sociedade.

Desse ponto, pode-se comparar essas pessoas a ratos de laboratório, que são submetidas a um processo a qual elas não tem consciência, e os responsáveis por esse processo, são as grandes empresas da mídia que padronizam a estética corporal para ganhos lucrativo. Já dizia Thomas Hobbes que o homem é o lobo do homem, nesse caso não é diferente.

Portanto, a ação do Estado no controle de imagens e informações é fundamental, assim como na França que existe uma lei para proibição de modelos muito magras,e a obrigatoriedade de informar o uso de photoshop em quaisquer mercadoria, de modo que a realidade das formas sobre-saia entre imagens modificadas em computadores. E também é importante ressaltar empresas como a Dove, que incentivam a diversidade de corpos e etnias, como uma normalidade.