O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 05/10/2017
No vídeo clipe “Pretty hurts”, a cantora Beyoncé integra um grupo de modelos que almejam o sucesso por meio do ideal- tipo corporal e da beleza. Fora desse cenário fictício, a padronização do corpo é uma realidade no Brasil, sendo o país, o que mais possui números de cirurgias ligadas a estética.
Buscando uma admiração do meio social em que vive, homens e mulheres tem sido influenciados constantemente pelos meio midiáticos e redes sociais que contribuem para a exacerbada procura da perfeição. Dessarte, é importante ressaltar que os casos de doenças oriundas dessas cirurgias tem crescido significativamente, uma vez que clínicas clandestinas surgem propiciando um melhor preço, porém, sem a mínima estrutura e profissionalismo.
Ademais, a população pouco tem observado tais mudanças que as afetam diretamente. A cantora de rock nacional, Pitty, faz uma crítica bastante relevante em uma de suas músicas, onde diz, de maneira implícita, que as pessoas são a todo tempo um robô manuseadas pelo governo. Outrossim, oprimidas pela classe dominante.
Desta forma, é indubitável a necessidade de medidas que solucionem a problemática. O ministério da Saúde deverá elaborar planos políticos, juntamente ao governo, voltadas para a prevenção de cirurgias desnecessárias, alertando sobre os riscos e as conseqüências futuras. As autoridades públicas tem, por sua vez, que investigar mais detalhadamente as clínicas clandestinas e o Poder Legislativo criar leis mais severas que punam os criminosos, inibindo, dessa maneira, que pseudos- cirurgiões cometam mais crimes. As mídias como propagadora de notícias, deverá promover campanhas conscientizadoras que auxiliem na aceitação dos divergentes tipos corporais, para que só assim, haja uma sociedade menos padronizada.