O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 02/10/2017
Amplamente divulgada em praticamente todas as mídias atuais, a exposição de imagens com determinadas fisionomias padronizadas interferem diretamente no comportamento social dos brasileiros. Nesse sentido, é imprescindível analisar a pressão psicológica social e também que a mídia exerce corroborando para subsequência destes fascínios corporais.
Primeiramente, é importante apontar a imposição psíquica que a própria sociedade pratica sobre as pessoas. Devido à padrões previamente elaborados e divulgados principalmente pelas mídias, dessa forma fazendo com que todos busquem um ideal comum inatingível. Outrossim, afetando em algumas vezes a saúde pessoal por meio de cirurgias de cunho totalmente estético.
Ademais, a massiva divulgação midiática de corpos considerados perfeitos, muitas vezes manipulados por computadores, amplificam ainda mais a pressão sobre o comportamento da sociedade. Tendo como principal objetivo a comercialização de produtos e meios que prometem alcançar a tão sonhada “aparência ideal”.
Mediante os fatos elencados, fica claro a relação da imposição social e por parte da mídia sobre a problemática. Nesse sentido, cabe ao Poder Legislativo, criando leis que limitem a divulgação de padrões corporais veiculados pela mídia. Quanto à escola, pode por meio de palestras de psicólogos e professores, debater sobre os prejuízos que o culto à padronização do corpo traz para os indivíduos e para a sociedade em si.