O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 26/09/2017

O Brasil é “exportador” de modelos,belas, altas e magras.O tradicional Carnaval impõe a idealização de corpos torneados e sarados, cobertos por pouquíssima roupa.Não importa a saúde como um todo, o importante é a aparência,alcançar o bumbum durinho e a  “barriga zero”.

Vivamos “Tempos líquidos”,como designa o sociólogo Polonês Sigmund Bauman, já não se valoriza a essência, mas a exterioridade.Muitos jovens em busca dessa aparência robusta e bela, muito ditada pelas mídias sóciais e pelo mercado da moda, não se alimentam de forma saudável, culminando em doenças físicas e psicológicas.

A Anorexia, quando o indivíduo se vê gordo,mesmo estando dentro dos padroes de gordura estabelecidos para sua idade e altura e a Bulimia, que se dá pelo ato de vomitar intecionalmente após comer, são doenças psicológias com agravantes físicos que acometem principalmente adolescente em busca da padronização corporal.Motivadas, por vezes, pelo apelos midiáticos , em que quem não é magro de musculoso, não é belo.

Portanto, para que esse culto à padronização corporal amenize, é preciso uma maior fiscalização do governo sobre as propagandas e demais publicidades voltadas para a moda e disceminização desse padrão que aprisiona casa vez mais pessoas, bem como educação nas escolas sobre cuidados como a saúde, que busquem instruir sobre a pluralidade das formas corporais e hábitos saudáveis.