O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 23/10/2017
Padronização corporal e suas consequências
Desde o desenvolvimento de meios de comunicação em massa e da proliferação acelerada de informações há o famoso esteriótipo perfeito, em que, a partir de revistas e programas de TV, ditam qual é o corpo perfeito que, tanto homem quanto mulher, devem alcançar a fim de encaixar-se na sociedade, o que leva-os a realizarem medidas extremas, realidade apresentada na música da cantora Beyoncé: “Pretty Hurts”.
Com isso, surgem os diversos transtornos alimentares e psicológicos que são capazes de levar o corpo ao limite, como exemplo: a anorexia, distúrbio que leva o indivíduo a uma dieta extremamente rígida, em que, na maioria das vezes, leva a falta de vitaminas e nutrientes; e a bulimia, em que a pessoa não para de comer, porém, encontra um jeito de eliminar tudo o que foi ingerido de maneira extremamente perigosa, como vômitos.
Além disso, essa busca implacável pela perfeição é muito influenciada tanto pelas mídias quanto pelo convívio social. Resultado da adoração e da aceitação das diversas propagandas e programas de TV que favorecem as mulheres magras e homens “bombados”, culminando no “bullying” por causa de aspectos físicos.
Portanto, cabe às instituições de ensino proporcionarem palestras a fim de conscientizar os jovens acerca das consequências dessas medidas extremas. Ademais, disponibilizar um psicólogo nas escolas em que os alunos poderão procurar por ajuda psicológica. Não só isso, como também cabe aos donos das marcas de roupas e cosméticos e aos sistemas de televisão procurarem mostrar não somente as mulheres extremamente magras como também as que, atualmente, não se encaixam na padronização, a fim de reverter essa situação e impedir a exclusão dessas pessoas no meio social.