O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 16/09/2017

Padrão de exclusão

É indubitável que o Brasil é um gigante multicultural. Diante de tantas nacionalidades é normal encontrarmos indivíduos com diversos biotípos, sendo alguns deles caráter de rastilho socioeconômicos. Destarte a sociedade cria mecanismos de padronização corporal, descartando pessoas que não se encaixam nos pré requisitos.

Primordialmente, é válido ressaltar que mulheres de 33 a 37 anos são as maiores pressionadas sobre beleza ideal, estatisticamente. Destarte, campanhas midiáticas e revistas são as principais influenciadoras da problemática; propagandas criam problemas e garantem a solução utilizando como exemplo alguém de influência sobre determinada idade.

Em consequência dos fatos supracitados temos o aumento das taxas de depressão e suicídios na sociedade que advém da busca pelo inatingível. Também é ferido o convívio escolar de crianças que passam a se preocupar com a aparência uma vez que sofreram bullying e foram isoladas.

De modo exposto, é notória que o culto à padronização corpporam necessita ser cessado. É mister, portanto, a criação de mecanismos para o controle midiático, estabelecendo uma multa para cada exposição ofensiva apresentada sem permissão. O sistema judiciário deve exercer uma fiscalização persistente. Ademais, é imperioso oferecer apoio à indivíduos que sofrem de transtornos causados por essa pressão, através de grupos de suporte onde sua autoestima possa ser recuperada. As escolas em trabalhar a diversidade com ênfase no bem estar social; os pais em ter uma relação próxima e amigável com seus filhos, orientando-os sempre que necessário. Assim, talvez, teremos uma sociedade maleável que prevaleça o amor e o respeito.