O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 20/09/2021

Nas civilizações gregas antigas, o codicionamento físico era imprescíndivel para a sociedade, porventura a criação de esculturas que representavam a imagem de guerreiros, ratificava-se a ideia do que era considerado o belo da época. Analogamente, no Brasil, a busca inalcançável pelo padrão corporal idealizado é bastante prejudicial, em que boa parcela social torna-se frustada e desmotivada pela situação montada. Dessa forma, é cabível analisar o capitalismo e —- como perspectivas que corroboram o impasse.

Primeiramente, é fulcral pontuar que o capitalismo propaga essa idealização principalmente pela dispersão de propagandas. Segundo Guy Debord no livro “Sociedade do espetáculo”, ele relaciona a influência midiática como meio de propagar o capitalismo através da instrução das pessoas ao mundo do consumo exacerbado baseado na sua imagem e no que possui. Nesse sentido, o consumo de mídia hodiernamente é pautada de mostrar o corpo como produto e passar aquela imagem aos telespectadores, a qual influencia significamente no cotidiano das pessoas e fazem com que opte por uma procura obcecada e frustante.