O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 08/09/2021

O trecho da música Amiga da minha Mulha do artista brasileiro Seu Jorge “Mulher bonita mexe com meu coração, se fosse mulher feia tava tudo certo” Faz uma alusão com á padronização do corpo. É evidente a cobrança acerca do padrão estético estabelecido, sendo cosiderado feio aquilo que foge do padrão. Nesse contexto, cabe pontuar que a falta de empatia da mídia com corpos diferentes e a falta de aceitação afeta diretamente na problemática.

Primeiramente vale ressaltar que o corpo magro, com estética agradável como mostrados nas mídias sociais e revistas são considerados belos e qualquer que fuja desse padrão e ditado como feio. Essa falta de empatia nas mídias, sem aceitação do que é diferente, acaba gerando efeitos negativos como demostrado no filme “O mínimo para viver” a adolêncente Ellen é anorexica e sofre com isso, pois busca sempre ter a aparência “adequada”. Dessa maneira aumenta drásticamente os índices de doenças causadas por essa busca desenfreada de “um corpo perfeito"e com isso o número de pessoas doentes.

Ademais, Tende-se que não aceitar seu corpo é um problema. No filme Dumplin da Netfliz wolloudean entra em um concurso de beleza mesmo possuído um peso acima do padrão e em sua jornada de auto aceitação, ela sofre muito com comentários e com a falta de apoio da própria mãe. Fora da ficção não é diferente, visto que esse tipo de comentário é visto constantemente em redes sociais e fora delas também. Nesse sentido, afeta a auto aceitação dos indivíduos, que acabam ficando com a auto estima baixa e o psicológico fraco.

Portanto, é preciso que medidas sejam tomadas para enfrentar esse quadro caótico para que um dia ele não exista mais. É de exterma importância a participação de influencers e marcas famosas mostrando fotos e dizendo que o diferente também é bonito, variando entre formas tamanhos e corpos. Para que desse modo pessoas se aceitem com suas diferenças e para de buscar ser igual ao padrão da sociedade.