O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 03/06/2021
A contemporaneidade trouxe algumas mudanças e inovações, inclusive a construção e o fortalecimento dos padrões estéticos nos centros urbanos. Até então adotados e compreendidos majoritariamente pelas nobrezas aristocráticas. A junta dessa concepção pode trazer inúmeros malefícios à sociedade, tornando necessário um debate acerca de seus aspectos.
Portanto, é necessário primeiro apontar que, na visão do filósofo Karl Marx, como ideias predominantes de uma sociedade são geralmente impostas pela classe dominante. Portanto, pode-se inferir que, em circunstâncias normais, os grupos mais desfavorecidos têm a vantagem econômica.
O padrão de beleza idealizado pelas elites não é facilmente aceito pelas classes menos privilegiadas, essas normalmente se sentindo lesadas por não reproduzirem um arquétipo de estética.
Além disso, existe um grande número de anúncios que proporcionam uma forma rápida e fácil de encontrar o “corpo perfeito”. Os jovens são o alvo principal por causa de sua suscetibilidade, pois passam a se socializar. A busca da beleza pela sociedade dobrou, oprimindo aqueles que não se enquadram nesse modelo, levando a um aumento no número de como depressão, ansiedade e suicídio.
Portanto, precisamos ser repassados para resolver o impasse. O Comitê Nacional de Auto-regulamentação Pública (CONAR) deve regulamentar as propagandas que incentivam a adoção de padrões estéticos com maior rigidez, e promovam a diversidade da aparência. O Ministério da Educação organizará, em conjunto com escolas públicas e privadas, palestras educativas sobre o tema, organizadas por professores e educadores. Em outras palavras, é possível aliviar a busca excessiva e intensificada pela perfeição física e estética.
É importante observar que o culto à padronização corporal no Brasil se intensifica cada vez mais e isso precisa ser combatido. Podemos ver isso no rank onde o Brasil lidera.