O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 02/06/2021
O mundo e sua sociedade são, naturalmente, algo extremamente volátil, assim como seus padrões que sempre mudam ao decorrer dos anos. Isso é visível, por exemplo, ao se avaliar padrões estéticos femininos em 1400 até 1700, aonde mulheres com pele clara, seios fartos e mais gordas eram admiradas … O que claramente não é o caso dos dias atuais: Aonde uma mulher de pele clara, magra, sem curvas excessivas e levemente malhada é considerada uma aparência saudável e desejável por muitas mulheres. Essas pessoas que tanto querem começar a fazer de tudo, inclusive ferir sua própria saúde, para ser daquele jeito, assim desenvolvendo transtornos alimentares e psicológicos.
Ao passar dos anos a pauta sobre transtornos alimentares e psicológicos vem cada vez mais sendo abordado, é um dos motivos a ser levado em conta são padrões estéticos impostos, seja para mulheres ou homens (por mais que sim, mulheres são atacadas e pressionadas de maneira mais agressiva que homens) isso se tornou um problema por vários motivos. Na busca de um corpo perfeito diante do que é imposto, é possível se tornar obcecado a um ponto de desenvolver vícios em anabolizantes, bulimia, anorexia, vigorexia, depressão e entre outros problemas que vão ferir o psicológico e o corpo do indivíduo. O padrão sempre envolveu pessoas de pele clara, então assim é presumir que se torna preconceituoso e incansável, visado que tem pele escura ou pessoas amarelas nunca alcançarão, ao menos que se submetam a procedimentos cirúrgicos que sim, existe um risco de levar alguém a óbito.
Dessa maneira, a solução a ser proposta seria incentivo a tratamentos com acompanhamento psicológico ou psiquiatra (variando do grau do problema) e assim deixando os profissionais ajudarem na recuperação de seus pacientes. Campanhas de incentivo ao movimento CORPO POSITIVO que adapta as pessoas que fogem esses padrões, incentivando a aceitação automática e amor próprio, já que os padrões aumentam inseguranças de pessoas na sociedade.