O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 09/11/2020
Prestar culto a magreza nem sempre foi padrão de beleza, por volta dos anos 40, Marilyn Monroe e Elisabeth Taylor eram consideradas ícones femininos com suas curvas acentuadas e seus cabelos encaracolados. Hoje a mídia e a sociedade ditam padrões de beleza diferentes daquela época, a estigma do corpo perfeito é imposto todos os dias, seja em revistas ou em tutoriais da internet, seja homens ou mulheres.
O problema é que no mundo real, esse padrão é quase impossível de ser atingido, resultando em uma sociedade frustrada por nunca alcançar o que lhe é imposto.
Além disso, essas padronizações não respeitam biotipos, é difícil escolher entre tantas pessoas uma mais bela.