O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 17/08/2020

Há milhares de anos,mulheres gordas eram consideradas bonitas,esbeltas e bem sucedidas,ter as famigeradas ‘‘gordurinhas’’ não era algo negativo, era o padrão do corpo feminino naquela época.

Homens preferiam estar ao lado de mulheres fortes e grandes para que, quando fossem à guerra, não temessem perder suas posses.

Ao passar dos anos,um padrão novo e oposto ao que antes era bonito e admirado surgiu.

O corpo magro passou a ser exaltado e idolatrado de forma doentia por homens e mulheres ao redor da terra.

A partir deste momento,ser magra(o) se tornou o objetivo de vida de muitas pessoas, a maior parcela feminina.

Surgiram, então, os transtornos alimentares: Anorexia, bulimia, compulsão alimentar etc. Transtornos do séc XXI capaz de fazer um individuo se isolar e ficar sem comer por dias para atingir uma meta: Ser magra(o).

Cada vez mais temos o conhecimento de casos onde brasileiros(as) se suicidam por sofrerem bullying ou estarem extremamente fracas ao ponto de não conseguirem se recuperar e, falecer.

Desde criança, a maior parte da população é ensinada que para serem atraentes e bonitas(os), precisam ter medidas que não passe do que se é esperado.

Através da mídia, milhões de pessoas são forçadas a acreditar que apenas serão felizes se estiverem dentro de um padrão criado por elas mesmas.

Com o propósito de prevenção ao suicídio, associações como o CVV (Centro de valorização da vida) deveriam ser presentes no cotidiano da população, palestras e rodas de conversas sobre o suicídio e como procurar ajuda caso esteja cogitando.

O Ministério da saúde junto ao Ministério da educação deveriam sancionar uma lei para que fosse obrigatório ter psicólogos disponíveis em escolas públicas e privadas.