O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 29/03/2019
O culto à estética corporal está cada vez mais em evidência no Brasil.Isso porque as mídias sociais e televisivas exploram um determinado padrão de beleza.Dessa maneira, esses meios de comunicação podem desencadear uma série de distúrbios da saúde no ser humano seja pela concepção do que é belo, seja por discriminar um tipo corporal.
Em primeira análise, as redes de informação são responsáveis pelo culto a um determinado tipo de padrão corporal- o que pode resultar em problemas como o medo de ganhar peso.Entretando, engana-se quem acredita que a televisão é a única responsável pela pressão estética existente no Brasil, hoje a internet tem um papel de destaque na impressão desses padrões.Por meio de uma rede social, como o Instagram, é possível ver a própria sociedade cultuar um determinado tipo de corpo-usuários de corpo malhado, por exemplo, tem um grande número de curtidas.
Em segunda abordagem, a discriminação com alguns biotipos é latente na sociedade brasileira. Uma referência de tal fato refere-se à comentários negativos de mulheres que tem poucos peitos ou quando eles estão caídos.Essa situação é responsável por desencadear não só alta procura por procedimentos estéticos, como o silicone que por custar caro não está disponível para toda parcela populacional na qual sente-se incomodada, mas também alavancar depressão - já que por não se encaixar no físico perfeito se isola do convívio social.
Em suma, é evidente que o culto à padronização corporal existente no Brasil pode resultar em problemas de saúde.Portanto, é imprescindível que o Governo Federal em consonância com as escolas de ensino fundamental e médio crie um projeto chamado de ‘‘Padronizar é um erro’’.Nele os estudantes deverão participar de palestras que evidenciem o quanto é prejudicial a situação em questão, pois poderá ter como consequência graves distúrbios de saúde.Assim, ajudar-se-á todo corpo social para que ele não reproduza comportamentos discriminatórios.