O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 31/03/2019

Na antiguidade o homem descobriu a medida perfeita, conhecida como proporção áurea. N época do Renascimentos Leonardo da Vinci na busca pela perfeição usou essa medida em sua obra Mona Lisa. Hoje também existe uma busca por perfeição através de medidas, mas assim como naquela época, o que definia o padrão de beleza era a sociedade. O mal dessa época é o preço que se paga para atingir esse objetivo, que muitas vezes. é impossível.

O que a sociedade valoriza? O padrão estético surge da resposta a essa pergunta. Há relatos históricos de que mulheres gordas eram tidas como bela, isso em um período em que os alimentos eram escassos, ou seja, nessa época ter esse porte físico significava ter mais recursos em abundância.

Nos dias de hoje acontece uma inversão, mulheres magras são sinônimo de beleza. E nesse caso, isso também significa ter mais recursos pois, a mulher têm tempo para se dedicar em academia, frequentar salões estíticos. O problema é que, muitas pessoas buscam esse objetivo estético sem medir as consequências, o que causa isso basicamente é a exclusão social, uma vez que elas não se enquadram nos moldes corporais dominantes.

O padrão de beleza de cada época é muitas vezes inalcançável por grande parte da população, desta forma, é necessário desfazer essa regra, que é natural da sociedade, com modelos estéticos diferenciados, com programas nas mídias em que protagonistas sejam pessoas dos mais diferentes tipos, geral diálogo com as cidadãos e cidadãs comuns e publicar artigos em revistas de moda para que as pessoas não se enquadrem em padrões corporais que estão em alta, mas sim que criem seus próprios padrões de beleza de forma saudável.