O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 31/07/2018
Desde os primórdios a padronização corporal acompanha a sociedade, como na Grécia antiga onde os homens musculosos eram mais bem valorizados. Atualmente, segundo dados da pesquisa da Dove, as mulheres Brasileiras são as mais atingidas por esse problema. Entretanto, isso se deve ao padrão de beleza imposto pela mídia e a adultização de crianças.
Em primeira analise, instituições midiáticas frequentemente impõem a necessidade de se adequar a modelos impostos por elas, excluindo de seus editoriais pessoas que não se enquadram, fazendo com que elas façam de tudo para se moldar. Consequentemente, compromete-se sua saúde mental e física levando a diversos distúrbios alimentares, como bulimia, anorexia e vigorexia.
Outro fator muito agravante é a cultura Brasileira que traz consigo a adultização de crianças, principalmente as do sexo feminino. Desde muito pequenas, são levadas a se arrumar como suas mães, usando maquiagem, salto e roupas mais sexualizadas. Como resultado, desde muito novas são levadas a seguir a padronização corporal e ficam mais suscetíveis a problemas gerados pelo meio.
Evidencia-se, portanto, que a estandardização corpórea no Brasil traz muitos problemas para as pessoas que são influenciadas por ela. Afim de amenizar os efeitos, é necessário que haja, por parte do governo em postos de saúde e escolas tratamentos com uma equipe multidisciplinar onde tenham profissionais qualificados que ajudem a população a se aceitar mais. Aumentam assim as chances da sociedade parar que querer uniformizar onde há diversidade.