O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 12/09/2020

Após a Revolução Técnico Científico Informacional, geograficamente, sabe-se que as distâncias relativas entre países e pessoas se tornaram, cada vez mais, menores. Nessa perspectiva, o comércio virtual é um grande exemplo desse encurtamento de distâncias, sem dúvidas, esse processo globalizante vem crescendo progressivamente no Brasil. Dessa maneira, diversos fatores permitiram a ascensão desse novo modelo de comércio, tais esses são: a maior qualificação da logística e a familiarização dos brasileiros com a prática de compra virtual.

A princípio, evidencia-se que o “e-commerce” tem trazido mais confiabilidade para seus consumidores e, a partir disso, influenciado mais pessoas a aderir a prática. Nesse sentido, essa confiança foi criada por meio da manutenção da logística, a qual era conhecida por: não atender o prazo de entrega, não entregar o produto ou não vender aquilo que foi anunciado. Embora hoje ainda exista muitos sites que conseguem burlar os Códigos de Defesa do Consumidor - normas que visam a proteção dos direitos do consumidor - a fiscalização tem sido  rigorosa. Sendo assim, redes de distribuição virtual, como: Mercado Livre, E-bay e Americanas, se responsabilizam por qualquer erro na entrega do produto que seja de sua responsabilidade ou do anunciante que utiliza o seu intermédio. Assim, os consumidores se sentem mais confiantes para utilizar esses sites de compra on-line.

Ademais, outro fator crucial para o desenvolvimento do mercado virtual, se deu pela a familiarização dos brasileiros com a prática de realizar compras virtualmente. Logo, quando a disseminação de sites de “e-commerce” em propagandas midiáticas, “outdoors” e eventos patrocinados acontece, a familiarização e curiosidade com a prática é implantada, a exemplo, pode-se citar a famosa propaganda da “OLX”, a qual passava no canal televisivo da “Globo” e que a maioria dos brasileiros conheciam seu lema característico “desapega, desapega OLX”.

Torna-se evidente, portanto, que há a necessidade de continuar com essas manutenções para que o crescimento do mercado virtual se mantenha progressivo. Assim, cabe ao Procon - Fundação de proteção e defesa do Consumidor - criar maneiras de fiscalizar mais afundo e eliminar esses sites ilegais, por meio de consumidores fantasmas, pessoas contratadas para fazer uma compra nesses sites suspeitos e analisar todas as mazelas e contatos. A fim de garantir a confiabilidade do mercado consumidor, como a confiabilidade que o “Mercado Livre” instalou na população brasileira. Aliado a isso, é responsabilidade também dos sites vendas virtuais divulgar sua marca e criar plataformas mais simples e autoexplicativas para familiarizar os futuros e atuais consumidores com a prática. Desse modo, o mundo se tornará, cada vez mais, globalizado e prático para a realização de compra e venda.