O consumismo e a cultura de ostentação no Brasil

Enviada em 25/01/2024

Atualmente, nas redes socias, vêm-se crescendo o ato de enfatizar uma falsa realidade, popularmente denominado “cultura de ostentação”. Sob esse viés, o consumismo é um estilo de vida que consiste no ato de comprar coisas, não necessárias, compulsivamente. Comportamento esse, que em suma maioria, é desencadeado através das mídias socias.

Na tradição filosófica do estoicismo, o termo “alienação”, refere-se a estar preso à coisas exteriores, logo, estranho a si mesmo. Sob o mesmo ponto de vista, grandes pensadores como Sêneca, apresentaram a ideia de “falsa liberdade”, em virtude de, se você faz o que quer, se torna escravo do próprio querer. Nesse sentido, é inegável que o consumismo contribui para o aparecimento de doenças como ansiedade e depressão, problemas esses, frequentemente ocasionados pelos meios de comunicação social.

Além disso, é notório ressaltar os problemas ecológicos acarretados pelo consumo extremo de bens. Por analogia, os recursos naturais, são utilizados em massa para produção de produtos. Quanto mais se consome, mais se produz. Fazendo com que, consequentemente, o aumento da poluição e o descasso com o meio ambiente cresça.

Diante do exposto, denota-se a urgência de propostas governamentais que alterem esse quadro. Portanto, cabe ao estado, uma ampla ficalização do consumo desnecessário dos meios finitos ecológicos. Da mesmo forma, por analogia, é proposto que o Ministério da Educação, promova palestras nas escolas com o intuito de, reduzir as práticas consumistas, fazendo assim com que, amorteça os impactos causados no meio ambiente. Em seguida, é dever do governo federal conscientizar a população brasileira, através de campanhas publicitárias, sobre o estilo de vida consumista e as doenças acarretadas através do mesmo.