O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 11/09/2021

O comércio de animais silvestres é uma das atividades ilegais mais praticadas no mundo, causando danos severos ao meio ambiente. O Curupira, um personagem do folclore brasileiro, que protege a fauna e a flora de pessoas que tentam desmatar a floresta e caçar animais, é um símbolo de preservação ambiental. Mesmo com essa mensagem passada culturalmente através de histórias, essas atividades ilícitas de contrabando acontecem diariamente e trazem como consequência a extinção de animais e a destruição de ecossistemas.

Esse debate vem tomando cada vez mais espaço, filmes como “Rio” que relata a história de uma Arara-Azul caçada por um grupo de homens, tem a intenção de mostrar a realidade de muitos animais que sofrem com esse comércio. Dessa forma, países como o Brasil, acabam sendo alvos das organizações criminosas, que procuram lugares com uma grande biodiversidade. Um exemplo deles é a floresta da Amazônia, uma das maiores do mundo e que sofre com a frequente caça de seus animais.

Outro fator a ser considerado é a expansão das grandes cidades, a população humana aumentou e com isso veio a necessidade de se expandir, destruindo os ecossistemas para a construção de edificações e locais de atividades pecuárias. Desse modo, habitats de animais acabam sendo destruídos e algumas espécies acabam sendo cada vez mais raras de encontrar, ocasionando a oferta e demanda. Onde a oferta é a quantidade de um produto para compra, que no caso é pouca. Já a demanda é quantidade de consumidores que estão dispostos a comprar. A demanda por alguns animais é maior, fazendo seus preços subirem e serem mais caçados.

Em virtude dos fatos citados, discutir sobre o combate ao comércio ilegal de animais silvestres requer muita atenção, pois a extinção e a destruição do ecossistema aumentam a cada dia. Desse modo, as mudanças são necessárias como o aumento da fiscalização, a conscientização ambiental nas escolas e ajustes na legislação ambiental para que ela seja mais eficiente são necessárias para combater essa prática. Também é  primordial que instituições como o IBAMA e o Ministério do Meio Ambiente atuem de maneira inteligente para que os animais não sofram mais.