O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 11/01/2021
“É um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade”. Tal frase foi proferida por Neil Armstrong ao pisar na Lua em 1969. Paralelamente, enquanto países estrangeiros levaram indivíduos ao espaço no século XX, o Brasil atual não consegue lidar com o combate ao tráfico de animais no Brasil. Nesse sentido, nota-se que é preciso resolver essa adversidade haja vista, a negligência de agentes públicos e a falta de ações educativas.
Em primeira análise, é preciso atentar para a questão governamental. Acerca dessa temática, a Carta Magna de 1988, documento de hierarquia máxima do país define que todos os animais têm direito à liberdade, dignidade e ao bem-estar social. Todavia, infere -se que a situação atual vai de frente com o princípio constitucional citado, uma vez que a falta de fiscalização e a corrupção de agentes públicos, lamentavelmente, é fruto de uma individualidade no pensamento, pois visam apenas o lucro extra e não a moral e a ética.
Outro ponto relevante, acerca do problema, é o fator educacional. Conforme A. Schopenhauer, as pessoas tendem a colocar os limites do seu próprio campo de visão pelos limites do mundo. Diante do exposto, torna-se evidente que a falta de ações educativas nas escolas corrobora com a existência do transtorno, uma vez que há um estereótipo da forma de tratamento com os animais, sendo considerado algo comum a compra de animais silvestres de forma clandestina.
É indubitável, portanto, que medidas plausíveis devem ser tomadas. Logo, cabe ao Ministério do Desenvolvimento Social Juntamente com o Congresso Nacional, traçar um plano para evitar a problemática,e, em conjunto com influenciadores fazer campanhas de modo a evitar o problema, para que os indivíduos afetados se tornem independentes desse imbróglio, a fim de combater o tráfico de animais no Brasil para que no futuro possa mudar essa situação de ilegalidade