O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 05/11/2023
Em 1970 na suécia, começou-se a estudar mais sobre o Bullying. Essa questão é antiga, mas só foi percebida e trabalhada a relativamente a poucos anos. Por ser recente ainda se tem muitas pessoas ignorantes quando o assunto é abordado. Esse problema é muito complexo e há um conjunto de pessoas envolvidas diretamente e indiretamente, de forma muito mais complexa e profunda do que as pessoas esperam.
Podemos conseguir diferenciar uma briga de um bullying com três aspectos, tais como a frequência, intenção e quantas pessoas são as agressoras e quantas são as vítimas. Como um caso que segundo a revista Crescer, em abril de 2023 um menino autista sofreu constantes agressões físicas e verbais por mais de um garoto, o que deixou o rosto da criança cheio de ferimentos.
Na situação de bullying temos o agressor, a vítima, as testemunhas e as autoridades. O agressor muitas vezes desconta a raiva na vítima, que acaba gerando problemas no presente e futuro, seja de interação, autoestima, estudos, entre outros. Há as testemunhas, que muitas vezes ignoram ou tem medo de denúnciar, ou quando contam a alguma autoridade que deve resolver, ela apenas ignora achando que é coisa de criança, ou apenas dá uma leve bronca ou castigo que não resolve a situação.
Para resolvermos esse problema da sociedade atual o Mínisterio Da Educação deve orientar aos educadores escolares, já que é o lugar onde há maior ocorrência, como saber identificar, diferenciar, lidar e resolver. Saber resolver é ir na raiz da situação, afinal por que o agressor tem tanta raiva? algo está acontecendo em casa? como ele pode se expressar de forma não violenta e saúdavel a todos ao seu redor? como a vítima pode melhorar a sua autoestima após esse trauma? como ela deve perceber que é uma vítima? essas são apenas algumas de várias questões que abordam esse problema.