O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 16/06/2022

A série de animação japonesa “Shoujo site” apresenta a personagem Asagiri de 14 anos, que tem a premissa de salvar o mundo com seus poderes. Em um episódio da animação é mostrado que a personagem sofre diversas agressões durante a época da escola pelas outras colegas de classe, somente por não ser uma pessoa sociável, isso mostra uma ação de bullying. Esse tipo de ocorrência é comum na sociedade atualmente, especialmente por conta da ideia histórica de violência como fonte de poder, maior parte dos casos são causados para os agressores se sentirem mais poderosos sobre a vítima, humilhando e depreciando. Essas práticas de bullying afeta muito quem sofre, trazendo problemas como: ansiedade e depressão, e ocorre grande parte com os jovens. Fica a responsabilidade do governo tomar medidas para solucionar esse mal.

Conforme dito acima, como isso ocorre com grande ocorrência com os jovens, muitos deles desabafam nas redes sociais sobre as próprias experiências pessoais, com a grande parte fazendo campanhas para combater essas ofensas nas escolas. Segundo dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), 1 a cada 10 jovens brasileiros é vítima de agressão. Assim, apesar da Lei nº 13.185/16, que determina uma política nacional de combate à prática e assegura atendimento psicológico aos alvos, muitas escolas não possuem preparo para identificar o problema e buscar ajuda.

Ademais, visto que a depressão é o efeito mais decorrente, prejudicando significativamente as atividades diárias com alterações de humor e sentimento de tristeza constante, e a autoestima também é afetada, principalmente da vítima. Desse modo, é possível identificar prováveis consequências para todas as partes, logo, demonstrando a necessidade de ação para acabar com tais atos agressivos.

Portanto, visando a decadência do bullying nas escolas, é necessário que o Estado representado pelo Ministério da Educação juntamente com as escolas públicas e particulares façam um projeto intensificando o objetivo de evitar que aconteça as agressões, trabalhando com as famílias e principalmente os alunos, já que as testemunhas reforçam o poder do agressor, assim como colocar em ordem casos, que já aconteceram, amparando não só a vítima como também o praticador.