O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 31/07/2020
A obra “Anna Karenina”, de Léon Tolstói, afirma que todas as famílias Felizes se parecem, mas que cada família infeliz é infeliz à sua maneira. Assim, parafraseando, pôde-se estender a frase para a sociedade como um todo, uma vez que o Brasil apresenta problemas, a saber: o bullying e o seu difícil combate nas escolas. Mas ainda, o fato vem deixando as escolas infelizes ante ao cenário.
Em primeiro plano, cabe salientar que a escola atua na formação crítica do indivíduo. Logo, a problemática do bullying reflete diretamente na sociedade através de impactos econômicos, além de propiciar o aluno alvo do bullying sentimentos de rebaixamento, vulnerabilidade e por conseguinte falta de motivação para dar prosseguimento aos estudos. Neste sentido o imbróglio é para o âmbito acadêmico um retrocesso pertinente.
Ademais, a educação é essencial para todos os indivíduos. Em detrimento
da afirmação de Immanuel Kant, “o ser humano é aquilo que a educação
faz dele”. Pois, entre as consequências sabe-se do prejuízo governamental, visto que, mas quando um estudante abandona a escola, os recursos do governo para com ele não serão repostos em mão de obra qualificada para o mercado Outrossim, o impacto psicológico no estudante qualificado pelo sofrimento diante do bullying é grave e pode o mesmo cometer atos de extrema violência contra se próprio ou com a instituição. Portanto, ações são necessárias para a mudança dessa situação. Primeiramente, cabe ao Ministério da Educação a criação de programas de capacitação para os professores, para que estes obtenham o conhecimento preciso para compreender melhor o bullying nas escolas. Segundamente, o Ministério da Economia deve, por meio de taxas, multar a família do indivíduo que pratica o bullying, pois assim os pais tomarão providências e entenderão a gravidade da situação. Mas ainda, sobretudo é eficaz que todos os indivíduos envolvidos busquem melhorar e viver harmonicamente tal qual a família feliz Tolstoiana.