O aumento do vegetarianismo no Brasil

Enviada em 10/05/2021

Recentemente, tem se intesificado no país o vegetarianismo. Esse contém diversas categorias, mas, no geral, se trata de não ingerir carne. Nesse ramo, existem muitos benefícios, mas os males que o consumo da mesma causam, são prejudiciais, tais como o abatimento ou maus tratos animais para testes em cosméticos e até problemas para o corpo do ser humano.

Nas mídias sociais, principalmente o YouTube, começou a percorrer vídeos de um coelho chamado Ralph que era mal tratado em prol dos testes para cosméticos. As filmagens tinham como objetivo alertar sobre os produtos que eram testados antes em animais e depois poderem ser vendidos. Muitos dos mesmos acabam sendo mortos por essas análises, mas mesmo sobrevivendo, sofrem dolorosamente diariamente. Em consequência disso, muitos bichos deixam de ter uma vida pacífica para padecer com as químicas de produtos que não os trarão benefício algum.

Além disso, não apenas esses animais sofrem, como a carne trás problemas diversamente variados para o ser humano, afetando sua saúde mental e principalmente corporal. O alimento não é necessário, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ter ingerimento diário. De 300 à 500g semanais já seria suficiente, e seu excesso pode trazer injúrias como: disfuncionamento cardíaco, pressão e colesterol altos, além de doenças como aterosclerose. Vários outros problemas como cânceres e doenças cardíovasculares também podem ocorrer.

Em vista dos argumentos apresentados, existem vários modos de combate em relação ao vegetariasnismo que podem ser citados. Categorias como ovovegetariano e lactovegetariano não possuem ingestão de carne, porém alimentos que vêm de animais, como leite e ovos. Encontra-se também o veganismo que é mais extremo e não usufrui de nenhum produto de origem alimária, como mel e latícinios. Conclui-se também que, com a ajuda da mídia, devem-se cancelar marcas que testam seus produtos em bichos.