O aumento do número de profissionais freelancer no Brasil

Enviada em 17/03/2021

Durante a pandemia do covid-19, milhares de pessoas deixaram seus empregos para evitar contato físico e diminuir os riscos de contrair a doença e proteger seus familiares. Por isso, vários trabalhadores pararam de prestar serviços formais e viraram “freelancer”, ou seja, trabalhadores autônomos. Contudo, esta parcela ativa da população é excluída dos direitos laborais. Desse modo, cabe apontar que o Governo falha em garantir que os cidadãos estejam contemplados em seus deveres e liberdades como trabalhadores.

A princípio, vale ressaltar que há muitas denúncias acerca da violação dos Direitos Humanos, como trabalhos degradantes e situações trabalhistas desumanas. Para confirmar, de acordo com o Ministério dos Direitos Humanos houve aumento de 32,9% de 2019 para 2020 quanto a violação dessas legislações, por exemplos, servidores informais em situação de fome e exploração. Dessa maneira, é inevitável discutir quanto à Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, para garantir o trabalho digno aos brasileiros.

Ademais, cabe apontar que o Estado não cumpre com a sua função de garantir o bem-estar geral, uma vez que se tornou signatário em seus acordos pela saúde mental e física de seu povo. Para contextualizar, é precioso citar o ideal do chanceler alemão, Bismark “A política é a arte do possível”. Contudo, o sistema político brasileiro se mostra incapaz de concretizar a arte de oferecer a beatitude do novo grupo de trabalhadores informais, os “freelancers”.

Por conseguinte, é imprescindível que o poder legislativo inove as leis de acordo com as mudanças do modelo econômico, por intermédio de congressos para criar projetos para incluir as pessoas ativas na legislação. Ademais, a mídia ligada às escolas, conscientizandoras do corpo social, carecem alertá-lo quanto aos seus direitos e deveres, por meio de debates e discussões interativas. Assim, o Brasil vai atenuar suas desigualdades e ressaltar a humanidade.